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DÉAMBULATIONS LISBOÈTES ET CONTES POLICIERS

 

4ème - PLV2 - Classe Européenne Portugaise


Déambulations lisboètes

  Des contes policiers

      - O desaparecimento
      - Um vampiro em Lisboa
      - A morte do Primeiro Ministro

 

 

      Passeios por Lisboa



Este é um resumo das saídas que fizemos com a nossa professora  Mme Daniela Afonso. Somos alunos do 8º ano (4º) de português do Liceu Francês Charles Lepierre de Lisboa. Somos 21 alunos de uma classe europeia. Durante o ano tivemos 5 horas semanais de aulas à volta do tema «Lisboa».

 

 

 


 

 

 

 

 

*      Em Outubro, fomos visitar a Estufa fria ( imagens ) que se localiza perto do Marquês de Pombal e do Parque Eduardo VII.É um tipo de parque onde há três partes : a Estufa fria , a Quente e a Doce. São três partes com diferentes temperaturas e plantas.

 

 

 

É um tipo de estufa onde há três partes : a Estufa fria , a Quente e a Doce. São três partes com diferentes temperaturas e plantas. Depois fomos ver os azulejos do Pavilhão Carlos Lopes.

 

 

 

 

 

 

*      Em Dezembro, fizemos uma saída de estudo ao Núcleo Arqueológico do Banco Millenium BCP.

 


Situa-se na Baixa. Há dois niveis:


        - No primeiro nível havia objectos dos tempos passados em que Lisboa foi ocupada pelos Fenícios e Romanos.

        - No segundo nível havia ruínas das casas dos tempos romanos e estacas que mantêm toda a Baixa Pombalina

 

 

*      Uma semana depois fomos ver um filme intitulado «Amália Rodrigues» : era a vida dela da infância até à sua morte. Ela perdeu a sua irmã mais nova e não foi feliz no amor,  teve muitos amantes. Morreu praticamente sozinha.

 

 

 

 

*     Em Março, fomos visitar o Castelo de São Jorge.

                                                                                                                                                         porta do Martim Moniz

 

 

Fomos da escola até ao Rossio de autocarro e depois fomos a pé até ao castelo. Demos a volta do castelo com um guia que nos contou um pouco da história de D.Afonso Henriques a partir da estátua dele que existe dentro do castelo. Explicou-nos também a presença da estátua de D. Manuel I que ali recebeu Vasco da Gama quando regressou da Índia. Confirmou-nos que a história de Martim Moniz é uma lenda e explicou-nos como foi a tomada do castelo por D. Afonso Henriques. Demos a volta ao Castelejo e percebemos como era difícil conquistar a forlateza. Não tivemos tempo de ver a porta do Martim Moniz mas vimos a porta por onde o rei recebia as suas messagens secretas.

 

 

 

 

Herman José - entrevista histórica a Martim Moniz

 


 

 

*    Em Maio, fizemos duas visitas a diferentes estações do metro de Lisboa sob o tema "Arte no Metro". Nas estações pudemos descobrir trechos da História de Portugal, da Literatura e das Artes. O ponto em comum a todas elas era a presença do azulejo para ilustrar os temas.

 

 

 

-Marquês de Pombal

 

 

 

-Colegio Militar


 

-Alto dos Moinhos


 

-Parque


 

 

 

Trabalho sobre a estação do Parque feito por Lisa Deyspesses, Claire Trohel, Romane Pluchet.

 

 

 

 

 

 


 


-Entre Campos

 

 

-Campo Grande

 

 

-Campo Pequeno

 

 

O guia explicou-nos porque é que as estações estão decoradas com estas ilustações, quem as pintou, o que representam, quando foram inauguradas...

 

 

Opiniões de alguns alunos sobre as saídas do ano : 

 

Victor Payerne : Acho que as saídas deste ano foram boas.

Romane Pluchet : As saídas foram giras mas muito cansativas !

Sereine Coutellier : Acho que foi muito interessante fazer estas saídas, diverti-me muito e aprendemos muito.

Julie Schnatter : Mesma coisa do que a Sereine.

Lisa Deyspesse : Gostei muito, sobretudo de tirar fotografias.

Margot Blom : Foram todas boas.

Claire Trohel : Não gostei muito de andar.

Charlotte Cabri : Foi bom.

Théophile Bigot : Andámos muito mas foi interessante.

Alexandre Coulmy : Muito cool mas não percebi nada porque estava a dormir.

Daniela Afonso ( professora ) : É sempre bom  entrar mais em contacto com a realidade lisboeta, ir a sítios conhecidos, outros menos, e levá-los a fazer experiências novas (como foi o caso, para alguns, com o metro de Lisboa). Turma extremamente simpática com elementos muito dinâmicos.

 

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O desaparecimento


 

Boa tarde, sou o Zé-Maria Garrett, fui o mordomo da nossa famosa cantora de fado, Amália Rodrigues.

Nessa época, Amália era muito famosa, e certamente a a mais bela e maior cantora da nossa história.

Trabalhava para ela, tínhamos ume relação próxima e preciosa. Eu era aquela pessoa que a acompanhava, atendia o telefone, fazia todos os favores que ela me dizia para fazer, marcava os encontros, programava o seu dia. Mas infelizmente, um dia aconteceu, ela foi encontrada morta, um crime forte tinha sido cometido.

         Agora deixo a palavra ao inspector Roquette que investigou o crime.

         - Fale, continue a história, por favor.

         - Muito bem, então vamos lá:
 

   Num dia de Outubro de 1994, a irmã da Amália estava doente. Então pediu-lhe para tomar conta do seu filho, Gonçalo, durante o concerto que ia dar nessa noite. Chegando à sala, instalou o sobrinho nos bastidores, assim tinha a certeza que não ia acontecer nada.Enquanto ela cantava, de vez em quando virava a cabeça para se certificar que ele ainda estava sentado na cadeira. Mas, de repente, Amália virou a cabeça não o viu. Foi ali que começou a entrar em pânico, então largou o microfone, começou a chorar e a correr. O público não percebeu a sua reacção.


Depois daquele horrível concerto e durante quatro meses, sentiu-se perseguida, observada. Contactou a polícia mas ainda se sentia em perigo. Com efeito, quando ela andava na rua, ouviam-se gritos, caixotes do lixo a cairem. Ela começava a correr sem ver, mas ouvia sempre uma voz a dizer que não valia a pena correr porque ele ia-se vingar. Depois, virava a cabeça mas não via ninguém, só alguns ratos e gatos.

Voltava para casa toda assustada, não percebia o que se passava.

Uma noite, recebeu pela janela uma pedra com uma folha que dizia: « Nunca mais vais ver o teu sobrinho se não trouxeres dinheiro. Amanhã, às dez horas queremos 10 bilhões de euros, no parque de estacionamento das Amoreiras. »

Então, ela foi ao banco para tirar esse dinheiro mas já não tinha nenhum cêntimo, todo o dinheiro tinha-se simplesmente evaporado.

Outra noite, uma pessoa andava a rondar a casa da Amália. Essa pessoa tinha entrado em casa e partido tudo: quadros, loiça, móveis, tudo o que havia. Durante a noite a pessoa tinha drogado a Amália para que não ouvisse nada. Na manhã seguinte ela não percebia nada do que se tinha passado, era como um grande pesadelo. O homem tinha roubado todas as lembranças, as suas jóias, mas não tinha deixado nenhum traço ADN nem nenhum vestígio. A polícia não sabia por onde começar, mas decidiu acompanhar Amália durante alguns dias.

 


Amália recebia cartas do seu sobrinho que escrevia o sofrimento e dor de nunca mais ter visto a sua tia, também escrevia que o raptor era mau com ele. Amália estava muito triste, mas a polícia não conseguia descobrir quem era o raptor. À noite, o telefone tocava, quando atendia ouvia gritos, uma voz que dizia que era preciso muito dinheiro para recuperar o Gonçalo. Logo a seguir, foi ao banco mas o dinheiro ainda não tinha aparecido. O Zé-Maria Garett emprestou-lhe dinheiro mas não era o suficiente.

Amália estava deseperada, a polícia tinha deixado a investigação em suspenso. Em 2000, tinha começado a esquecer o Gonçalo. Quando se sentiu de novo perseguida, não quis pôr a pata na poça, e decidiu ignorá-los.

Alguns meses depois, ela foi descoberta morta, deitada em sangue. Tinha sido espancada até à morte com um taco de basebol. De novo, depois de um grande número de investigações a polícia não encontrarou nada.

Pouco tempo depois, o Gonçalo foi libertado da gruta onde estava. Ficou muito triste ao saber da morte da sua querida tia. Mas infelizmente a mãe, o pai, e a irmã ainda estavam um pouco zangados com ela porque não tinha sido cuidadosa com ele.





Por acaso, o Zé-Maria Garrett descobriu no facebook uma pessoa que tinha uma fotografia muito preocupante. Com efeito, a pessoa do facebook tinha uma fotografia com o corpo da Amália e um taco de basebol na mão. 

Chamava-se Francisco Ribeiro. Era um fã da Amália e matou-a porque ela não tinha aceitado um jantar com ele.

Alguns meses depois, Francisco Ribeiro foi descoberto e foi imediatamente para a cadeia.

 

Conto escrito por Jeanne Puntos (4e1) e Charlotte Cabri (4e4)




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Um vampiro em Lisboa

 

Às 15 horas, o Marquês de Pombal recebeu um sms dizendo que devia ir a esquadra do largo do Rato. Saiu do hotel Tivoli e foi na sua limusina em direcção do Rato.

 

https://1.bp.blogspot.com/_IDQKk7xQ6m4/RhupHkVBvCI/AAAAAAAAAaA/-v9xkWUyYKo/s400/rato-convento-das-trinas.jpg

 

A campainha tocou e abri a porta:

- Bom dia, senhor Pombal ! saudei-o.

- Que prazer rever o Hulk ! respondeu o Marquês de Pombal.

- Entre e sente-se, pedi-lhe.

- Obrigado.

https://aticador.files.wordpress.com/2007/06/rev15c1.jpg

Sentámo-nos e começámos a falar sobre as coisas importantes.

- Então, senhor Pombal, conte-me tudo !

- Bem, na semana passada, na quinta-feira, não me sentia bem e decidi ir ao hospital de Sº José, em Lisboa. Tinha uma marcação as 10 horas com o Dr. Luís. Quando cheguei ao hospital, uma secretária, Serena, vinha ao meu encontro. Era uma senhora de 25 anos. Estava vestida com um fato cinzento, tinha o cabelo loiro e os seus olhos castanhos eram muito tentadores.


http://images2.fanpop.com/images/photos/4700000/ROSALIE-HALE-rosalie-cullen-4784042-600-718.jpg

 

A Serena convidou me amavalmente para ficar na salade espera. 15 minutos depois, ouvi um grito de terror vindo do gabinete ! O Dr. Luís chamou o cliente seguinte, eu, e entrei no gabinete.


http://www.distrimed.com/images_holt/holt_cabcomp_blancfic.jpg

 

Era uma sala iluminada com móveis brancos. A luz que vinha da janela era deslumbrante, tudo estava limpo de mais. O Dr. Luís era musculado, grande, loiro, com olhos castanhos e tinha mais ou menos 30 anos. Ele pediu-me para me deitar sobre a cama.


http://images2.fanpop.com/images/photos/4100000/Carlisle-Cullen-twilight-series-4126668-423-436.jpg

 

Ele dirigiu o feixe da lâmpada sobre minha cara e pôs a sua mão sobre o meu braço. Ao contacto da sua pele, sobresaltei ! Estava gelada !

- E depois ? Foi tudo normal ? Perguntou o Hulk.

- Sim, mas ele não me tocou novamente.

-  Viu o cliente antes sair do gabinete ?

-  Não, não viu ninguém.

- Então... tenho uma solução. Vou ao gabinete do Dr. Luís amanhã de manhã como se fosse um cliente e porei uma pequena máquina escondida na minha orelha. Ela vai tirar fotografias ao Dr. Luís.

- Obrigado senhor Hulk. Estou tranquilizado.

- Adeus Pombal.

- Adeus, até amanhã ! Respondi-lhe.

 

 

No dia seguinte, à tarde, fui revelar as fotografias e depois liguei ao

Marquês de Pombal. Contei- lhe o que se passou com o Dr.Luís.

Uma meia-hora depois, o Marquês de Pombal chegou à esquadra e recebi-o.

-O senhor está a ver? Como disse, não há ninguém nestas fotografias, e

o Dr. Luís estava em frente de mim ! 

- É muito estranho ! Respondeu-me o Marquês.

- É ! Encontrei também uma página da sua agenda onde está o nome e a

morada da cliente do Dr. Luís que passou antes de si e chama-se Amália

Rodrigues. E esta mesma cliente desapareceu no dia da visita ao Dr. Luís. Vi

o anúncio de busca.


http://cvc.instituto-camoes.pt/contportcult/amalia.jpg

 


- Então, o que vamos fazer ?


Depois de pensar respondi-lhe :

- Esta noite, vou revistar o gabinete do Dr Luís para tentar descobrir novos indícios.

- Está bem, boa sorte !

- Até amanhã.

 

                                -------------------------------------


Às 21 horas, o Hulk chegou ao gabinete. Viu a Serena pôr as chaves do gabinete numa gaveta e sair do hospital. O Hulk entrou no hospital (a Serena tinha-se esquecido de fechar a porta principal do hospital) e apanhou as chaves. Uma vez dentro do consultório do Dr. Luís, revistou tudo minuciosamente. Alguns minutos mais tarde, avistou gotas de sangue perto dum armário.


http://media.laredoute.fr/intl/Products/picture/3/324107610_0001_PG_1.jpg 

http://www.michelledastier.org/images/J%C3%A9sus/sang/sang%20gouttes.jpg

 

 

Empurrou-o e descobriu uma porta escondida. Hulk abriu-a. Havia escadas e sentiu um odor a bafio.


http://www.charroux.com/charroux/renov/cave2000/cave05.jpg


Desceu e encontrou corpos de pessoas mortas por entre os quais estava o da Amália Rodrigues...

 


No dia seguinte, o Dr. Luís e a sua secretária, Serena, foram presos pela polícia por homícidio.

 

Um mês depois, o jornal Público publicou um artigo com este título:


« Um Vampiro em Lisboa ! »

 

 

 


Conto escrito por :


Claire Trohel 4*5

Lisa Despeysses 4*3

Marius Guichard 4*5


 

Com a ajuda de :


Margot Blom 4*3

Romane Pluchet 4*5

 

     Retour  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


  A morte do Primeiro Ministro 
 

 

   Chamo-me Gonçalo Ramires, sou  jornalista de um canal português, tenho 21 anos e vivo em lisboa.

Agora, de férias, vou contar-vos uma experência única que vivi há 6 meses.

   Um dia o avião privado do 1º Ministro explodiu nos ares, tudo tinha sido queimado. 

 

 

 

                                                       

Felizmente, os pilotos conseguiram salvar-se, mas infelizmente o 1º Ministro não conseguiu. A notícia  foi um escândalo para a pátria portuguesa , para a Europa e mesmo para o mundo. Mas o caso não foi resolvido, as autoridades portuguesas  perguntavam-se quem tinha feito aquilo? Como? Quando? E porquê?


Por isso chamaram dois detectivos privados da Rússia que já tinham resolvido muitos casos na Rússia e no resto do mundo. Já tinham posto a sua vida em jogo, eram experientes. Um deles chamava-se Vladimir Rostlov, era alto, com bigode, careca, via-se que era um homem rígido, forte, era um homem frio. O outro, Dimitri Yuri, ao contrário do seu parceiro, era um homem baixo, sorridente, também careca, com óculos, grande fumador de charutos cubanos.

 

 

 

 

 

 

 

 

    Agora adivinhem só quem  participou nesta história? Eu! Apontei no meu bloco de papel todos os momentos vividos nesta investigação.

Depois de se instalarem num hotel, os russos decidiram ir ver o avião para examiná-lo e eu fui com eles. Quando chegámos lá vimos um grande pedaço de metal todo queimado, nem parecia um avião, parecia mais um pedaço de papel todo partido.


Quando entrámos no avião, Vladimir pegou num saco e numa pinça e começou a pegar nalgumas partes do avião enquanto Dimitri procurava objetos que podiam servir como pistas, até que encontrou uma caixa  com um relógio em cima, era realmente uma bomba. Então o criminoso sabia como instalar uma bomba.

Quando acabaram , mandaram tudo ao laboratório para examinar o que  tinham encontrado e depois decidiram encontrar os possíveis suspeitos, mas os únicos que podiam ser eram os pilotos que pilotavam o avião.


Quando os detectives os encontraram, os pilotos ainda estavam traumatizados pelo acidente mas isso não impediu o Vladimir e o Dimitri de perguntar o que tinha acontecido no avião e eles disseram: 


-No próprio dia nem sabiíamos que íamos viajar, encontrámos na manhã  do acidente um bilhete a dizer  que íamos levar o 1º Ministro  a uma ilha qualquer. Achámos muito estranho mas bom, fomos lá e pouco depois o avião explodiu. Tentámos salvar o 1º Ministro mas com o fumo não se via nada, então por razões de vida ou de morte    pegámos num pára-quedas e saltámos do avião.


Depois o Vladimir perguntou quem lhes tinha enviado a carta. Eles responderam que tinha sido o Presidente da República.

Então, depois dum  bom almoço e um banho, fomos a casa do Presidente para tentar falar sobre a carta. Quando encontrámos o Presidente, estava suado e stressado.  Como se tivesse a esconder algo, o Presidente mandou-nos sentar e depois de um charuto (o Dimitri que fumava, conhecia os charutos), perguntaram sobre a carta e ele respondeu que não sabia de quem vinha e que deve ter sido de um criminoso que falsificou a assinatura e que enviou aquilo aos pilotos. Ele estava confuso, não sabia  o que dizer, era um  suspeito desconfiado .

Vladimir pediu-lhe para lhe dar um autógrafo e fomos embora em direcção ao hotel. No salão, os detectives  privados russos estavam a tentar reunir as provas que tinham  mas infelizmente não tinham provas que chegassem. Estavam à espera dos resultados das análises do laboratório das provas do avião, mas demoravam muito  tempo.


Até que um dia chegaram, numa caixa grande, estava escrito em vermelho "Frágil". Os detectives decidiram abrir a caixa e começaram a tirar  todos os sacos  da caixa. Eram os resultados das análises do laboratório. Havia tantos sacos que já tinham pistas suficientes. Uma das pistas que o Dimitri viu foi um saco, havia um pequeno saco com cinzas de charutos. O Dimitri, que era um especialista nesta matéria, sabia que estas cinzas de charuto eram as mesmas dos charutos que o Presidente fumava.

Depois de o confrontarem com a descoberta, ele confessou-se.

 

Conto escrito por Antoine Novais, Mathieu Renk e Germain Bignon.